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Morre aos 69 anos o lagunense Décio Abílio Maia, um dos melhores goleiros da história

Além do LEC, lagunense vestiu camisas de clubes tradicionais como Marcílio Dias, Carlos Renaux, Figueirense e a Portuguesa Santista (SP), onde jogou por duas temporadas e teve atuação no Campeonato Paulista na década de 70.

Publicada em 22/12/23 às 10:25h - 35 visualizações

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Morre aos 69 anos o lagunense Décio Abílio Maia, um dos melhores goleiros da história
 (Foto: REDE DE COMUNICAÇÃO SUL BRASIL )

Considerado um dos melhores goleiros da história esportiva de Laguna, o ex-atleta Décio Abílio Maia morreu, nesta madrugada, aos 69 anos. Ele vestiu a camisa do Laguna Esporte Clube (LEC), do Figueirense e da Portuguesa Santista (SP), além de outros clubes pelo estado catarinense.

O lagunense nasceu em 7 de março de 1954 e residia no bairro Magalhães. Na juventude, fez sua estreia e defendeu as cores de times amadores do município, como o América aos 14 anos. Depois, o Cruzeiro, do Progresso, aos 17, e integrou o antigo Turma da Esquina do Paulista (TEP), os 18.

Quando completou 19 anos fez testes e treinamentos com as equipes do Hercílio Luz, de Tubarão, e do Avaí, em Florianópolis. Acertou o passe, porém, com o alvinegro Figueirense e atuou pelo juvenil do clube da capital. Em 1975, chegou a fazer experiências com a Portuguesa do Rio, mas fechou contrato com a Portuguesa Santista (SP) e disputou o Campeonato Paulista naquela temporada e em 1976.

Um ano depois, Décio voltou para Santa Catarina e vestiu a camisa do Rio do Sul. Atuou ainda pelo Marcílio Dias, de Itajaí, e pelo arquirrival, o ‘vovô do futebol catarinense’, Carlos Renaux, de Brusque. Após deixar o clube brusquense, foi trazido de volta para defender o LEC, atuando, inclusive, em uma das primeiras partidas do time: o amistoso contra o Fluminense-RJ.

Teve uma rápida passagem pelo Tiradentes, de Tijucas, mas voltou para o Laguna, onde encerrou a carreira profissional. Até algumas décadas atrás, ainda jogou por algumas equipes amadoras da cidade.

O ex-goleiro também era ligado ao Carnaval e fazia participações em concursos carnavalescos, além de ser sempre visto no Bloco da Pracinha. Artista plástico, costumava fazer desenhos e homenagear algumas personalidades da cidade com telas e ilustrações artísticas.

De acordo com a família, as cerimônias fúnebres e homenagens vão ocorrer a partir das 13h, desta sexta-feira, 22, até 15h, no Crematório São Mateus, em Ilhotinha, Capivari de Baixo.




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