Fala Kek
Kek, ex vereador em Laguna, usa as redes sociais e diz o seguinte: “O que essa quadrilha está fazendo no legislativo lagunense desde o dia 1º de janeiro, é vergonhoso. Colocar 14 vereadores no plenário, trazer um ex vereador, ex prefeito (suplente) para votar, para salvar o presidente que só pode promover atos administrativos, para votar numa denúncia contra um vereador, vergonhoso o que o ex prefeito e suplente de vereador fez, e disse mais, o presidente interino convocou um presidente Ad hoc sem ter uma mesa diretora, tudo isso já está protocolado no MP, vocês 06 serão responsáveis por tudo o que estão fazendo no legislativo, envergonhado os lagunenses”.
Julgamento
Tribunal de Justiça determina cinco dias para eleição no legislativo lagunense na última quarta-feira (19). O presidente mais idoso, que não quis realizar a eleição no dia 1º de janeiro, agora, a partir do recebimento da intimação, será obrigado a realizar a eleição. De acordo com o ex vereador Kek, por sorte o judiciário promoveu a democracia no legislativo lagunense. Kek fala de irregularidades feitas por alguns políticos, empresários e empreiteiros, chama presidente mais idoso de ditador e faz sérias acusações contra uma quadrilha que se instaurou no poder. Kek fala de Alvaras falsos, loteamentos duplicados e falsos e tudo o que a comunidade já presenciou na última administração, ele espera que a justiça seja feita.
Operação Seival
Deve ocorrer, em breve, o julgamento dos envolvidos na Operação Seival, deflagrada na gestão do então prefeito Mauro Vargas Candemil. A força-tarefa liderada pelo Gaeco, prendeu três vereadores e um ex-secretário de obras e deteve, de maneira temporária, quatro empresários, incluindo um candidato a prefeito, liberado após depoimento. Os fatos investigados foram levantados após a primeira fase da Seival em 2017 e a partir de delações premiadas. A denúncia aponta para a existência de organização criminosa atuante com uma divisão articulada de funções para obtenção de vantagens indevidas, a partir da assunção no comando da Câmara de Vereadores por parte dos parlamentares emedebistas. analisa a promotora.
Operação Seival
À época, a promotora também elencou crimes de corrupção feitos com troca de cheques em solicitação de vantagem indevida e a partir de uma fraude na reforma do prédio-sede do Poder Legislativo. “Os fatos trazidos pelas colaborações evidenciaram que a organização criminosa até então desvendada era ainda maior e mais complexa, espraiando-se por outros órgãos e entidades do município e enredando outros vereadores do partido político que dirige os poderes Executivo e Legislativo do município de Laguna, bem como envolvendo a prática de vários outros crimes contra a administração pública”, descreveu a promotora, no documento. Foram 21 denunciados!